“Proponho-me a amar a rosa. Como se isso fosse difícil de fazer. Encanto-me com tal velocidade. Que ninguém consegue entender. Surpreendo-me e me desfaço. Quando pra mim você diz não. Reapareço num dia nublado. Aonde seu sorriso ensolarado olha pra mim. De tão i
ngrato, o destino, me impede de te amar. Coloca em mim espinhos, que ficam a te machucar. Ele me da dois caminhos: Deixe-a ou ame-a sem pensar. Não sabia ele, o pobre destino, que eu poderia errar. Depois de arrancar à rosa do jardim, deixo-a a sangrar... Em algum canto por aí, nunca mais vou ouvi-la chorar. Rosa amada minha, nunca quis te machucar... Foi esse maldito destino, que nunca me deixou te encontrar.”
terça-feira, 19 de outubro de 2010
love rose.
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