Amor, eu não sei.
Não sei e ninguém conhece.
Será que algum dia eu o terei?
Se não, isso não me entristece.
Como sentir falta irei eu,
se não pude sentir sua presença?
E como possuir o que não é meu,
sem o fazer parte da minha crença?
E porque defini-lo?
Tentar seria impossível.
Não basta senti-lo?
E perceber como ele é belo e incrível?
Porque amar?
E se transformar num ébrio viciado,
num qualquer embriagado,
embriagado de Amor.
Ele que não tem dó,
nem piedade.
O Senhor da generosidade,
não limita-se às pessoas.
Não obstante, se acabe. Se esgote.
Morra, mas ame.
Impossível que se canse,
do mais sublime dos sentimentos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário