segunda-feira, 4 de agosto de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
Cartas para o autor, parte 1.
Fiquei pensando em qual título escolher: "Cartas para o autor" ou "Cartas para ela". Mas como de previsto, já era hora de pensar mais em mim, apesar de tudo se tratar dela. Sabe o que não é mais lembrar qual a sensação de ter um "frio" na barriga? Então você sabe como é não ser mais surpreendido pela vida. Como a maioria das histórias reais, essa foi mais uma história com um final de mal gosto, mas podemos começar do início.
Foi o meu primeiro amor. Isso resumo basicamente toda a história. Apaixonar-se é a coisa mais incrível que já vivenciei. E já havia vivenciado antes, mas apaixonar-se e então amar, eis a combinação mais louca da terra. Conhecer alguém, deixar que ela penetre nas suas veias, conceder que ela exale seu cheiro, impregnando seus pulmões, sentir o gosto do sexo. Na teoria é tudo tão maravilhoso, até que nos deparamos com os fatos reais.
Tive a curiosidade inútil uma vez de pesquisar quando surgiu o "namoro". Bem, não existe um dia certo em que essa ideia surgiu ou nem se quer um inventor. Para alguns o namoro é apenas uma fase preparatória para o casamento, aquele momento em que você conhece a pessoa a qual estará "preso" para o resto da sua vida. Para outros, namoro se quer existe. Sendo que você pode namorar um carro, um computador, ou qualquer outro bem material. Já para poucos e para mim, o namoro realmente não existe, é apenas um nome usado para aquela vontade enorme de se agarrar a alguém, aquela vontade de dedicar horas do seu dia a aludida, vontade de ser um só. Mas, mais uma vez, industrializamos o "namoro".
Foi o meu primeiro amor. Isso resumo basicamente toda a história. Apaixonar-se é a coisa mais incrível que já vivenciei. E já havia vivenciado antes, mas apaixonar-se e então amar, eis a combinação mais louca da terra. Conhecer alguém, deixar que ela penetre nas suas veias, conceder que ela exale seu cheiro, impregnando seus pulmões, sentir o gosto do sexo. Na teoria é tudo tão maravilhoso, até que nos deparamos com os fatos reais.
Tive a curiosidade inútil uma vez de pesquisar quando surgiu o "namoro". Bem, não existe um dia certo em que essa ideia surgiu ou nem se quer um inventor. Para alguns o namoro é apenas uma fase preparatória para o casamento, aquele momento em que você conhece a pessoa a qual estará "preso" para o resto da sua vida. Para outros, namoro se quer existe. Sendo que você pode namorar um carro, um computador, ou qualquer outro bem material. Já para poucos e para mim, o namoro realmente não existe, é apenas um nome usado para aquela vontade enorme de se agarrar a alguém, aquela vontade de dedicar horas do seu dia a aludida, vontade de ser um só. Mas, mais uma vez, industrializamos o "namoro".
domingo, 20 de julho de 2014
Felicidade.
Felicidade sempre vem acompanhada de ponto final. É fato. Descobri que felicidade é momentânea quando parei para ler tudo o que já havia escrito um dia. A maior parte dos meus pensamentos são tristes, e o que seria de mim sem a tristeza? Grande parte do que sou vem de uma carga pesada de memórias inesquecíveis, e se eu gosto do que me tornei? Essa é uma pergunta que me atormenta. Crescer, florescer, ser alguém, ter caráter, ser responsável. São infinitas as exigências do mundo ao qual vivemos, e superar as expectativas se torna quase impossível, sendo este, um mundo de loucos. Sempre haverá alguém para fazer o mesmo que você faz, três vezes melhor. Mas afinal, a questão não é externa e nunca foi. Para que tudo tivesse início houve o amor, que provém tudo. A maior bobagem dos tempos atuais é citar a frase: "Não se vive só de amor." É claro que não se vive só de amor, se vive para o amor, se vive para amar. Perdemos a mágica, perdemos a simplicidade, o contato, o olhar. Industrializamos o amor, da mesma forma que fizemos com tudo o que era puro. Passamos a vender sonhos ao invés de vivê-los. Passamos a correr atrás da felicidade ao invés de andar junto dela.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 17 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Cada sonho dentro de mim se torna uma pequena partícula de átomo que escorre pelos vasos lacrimais, fugindo um por um até não me restar nada. Cada sonho que carrego se esvai de maneira rápida e indolor e os sonhos que sobraram tão pouco perto eu cheguei de realizá-los, que um dia sei que eles também fugirão. Porém o meu maior sonho concreto foi ter te encontrado, sem precisar procurar, logo ali... Esperando por mim.
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