sexta-feira, 10 de julho de 2015
Cético. Quase como tomar a tequila mais forte e não reagir fazendo caras e bocas. Um monte de bobagens juntas e unidades, criando um sistema falho e desonrado, uma sociedade antiquada para o mundo moderno, vidas e vidas destruídas em prol de um bem maior que não existe. Egoísmo, inveja, ansiedade, depressão. Bem vindo ao século idolatra o dinheiro.
terça-feira, 7 de julho de 2015
E ela me devorou com apenas um olhar.
Era 13:56 do dia 06, só isso importava. De alguma forma eu sabia que aquele dia seria diferente dos outros, um dia quase perto do ideal. A energia, o vento, tudo conspirava para o momento. Bastou eu entrar naquela fila para me deparar com você. Surreal, nunca havia visto um olhar tão misterioso, uma boca que não soltava nem meias palavras, um corpo que me exaltava só de se aproximar.
Era 13:56 do dia 06, só isso importava. De alguma forma eu sabia que aquele dia seria diferente dos outros, um dia quase perto do ideal. A energia, o vento, tudo conspirava para o momento. Bastou eu entrar naquela fila para me deparar com você. Surreal, nunca havia visto um olhar tão misterioso, uma boca que não soltava nem meias palavras, um corpo que me exaltava só de se aproximar.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
E a paixão pairou sobre os olhos desolados de um amador,
cegando com brilho intenso aqueles que a deslumbravam,
monumento, instrumento chave para desencadear todo sentimento guardado,
infiltrado, renegado, mas desejado. Paixão, sem chão, sem chances, só mais um romance, como avistar a lua de longe e só admirá-la. Permaneço aqui, absorvendo seu charme e meu desastre, por não tocar a ti.
cegando com brilho intenso aqueles que a deslumbravam,
monumento, instrumento chave para desencadear todo sentimento guardado,
infiltrado, renegado, mas desejado. Paixão, sem chão, sem chances, só mais um romance, como avistar a lua de longe e só admirá-la. Permaneço aqui, absorvendo seu charme e meu desastre, por não tocar a ti.
domingo, 7 de junho de 2015
quinta-feira, 4 de junho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Sem calos na mão, chorando em vão,
de longe alguém vê, sem chão,
pobre coitado, tão coitado se tornou,
vítima de um passado que o futuro já passou,
sombras do errado, do pecado, do amargo ou do amor.
Não importa o adjetivo quando tudo vira dor,
e é na calada da noite que sou, o que sou,
e é nos versos mal feitos, que desfaço o rancor,
esqueço as rimas, esqueço o calor,
aqueles abraços inesquecíveis,
tudo se apagou.
de longe alguém vê, sem chão,
pobre coitado, tão coitado se tornou,
vítima de um passado que o futuro já passou,
sombras do errado, do pecado, do amargo ou do amor.
Não importa o adjetivo quando tudo vira dor,
e é na calada da noite que sou, o que sou,
e é nos versos mal feitos, que desfaço o rancor,
esqueço as rimas, esqueço o calor,
aqueles abraços inesquecíveis,
tudo se apagou.
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